Em Jerusalém, a cidade onde o Céu toca a terra, nasceu em 1996 Rafael de La Sousa, um homem cuja alma carrega ecos de gerações de tzadikim. Desde pequeno, sua luz era evidente, havia nele um olhar sereno, mas profundo, e uma sabedoria que não se explicava pela idade.
Seus pais perceberam que Rafael não era uma criança comum. Ele falava pouco, mas via muito. Sentia as pessoas, compreendia suas dores e alegrias, e desde a juventude começou a entender que dentro dele existia algo que não vinha do mundo físico, mas do espiritual.
Na adolescência, essa percepção tornou-se um dom. Rafael conseguia olhar para uma pessoa e ler sua alma, enxergar suas virtudes, suas lutas e o que precisava ser transformado. Ele não julgava, ele compreendia.
Aos vinte anos, um rabino de Jerusalém, também chamado David Cohen, confirmou o que todos já sentiam: Rafael possuía um chamado espiritual elevado. E através deste encontro David Cohen, há 5 anos atrás dizia que Rafael estaria no Brasil e que iria ver as surpresas que D’us faria com ele. E hoje ele está no Brasil e sob orientação dele, já ajudou mais de 2000 pessoas, a se encontrarem novamente na fé, na vida, e nos seus caminhos espirituais, ajudando elas a encontrar clareza e propósito através da luz divina.
Seus avós, que conviveram com o santo Rabi David Swissa, reconheceram nele a mesma energia que habitava o justo: uma luz que vê o invisível. Era como se a alma do tzadik tivesse deixado uma centelha que agora brilhava nele.
Seus avós, que conviveram com o santo Rabi David Swissa, reconheceram nele a mesma energia que habitava o justo: uma luz que vê o invisível. Era como se a alma do tzadik tivesse deixado uma centelha que agora brilhava nele.
Seus avós, que conviveram com o santo Rabi David Swissa, reconheceram nele a mesma energia que habitava o justo: uma luz que vê o invisível. Era como se a alma do tzadik tivesse deixado uma centelha que agora brilhava nele.
Um detalhe marcante na jornada de Rafael é a presença constante do número 18 (חי / Chai), que na Cabalá representa vida, alma e energia divina.
Muitos acontecimentos de sua vida ocorrem no dia 18, no minuto 18, ou no dia “חי” do calendário judaico, como se o Céu confirmasse sua ligação com o símbolo da vida espiritual.
O número 18 o acompanha como um sinal de bênção, lembrando que sua missão é trazer vida, luz e renovação àqueles que o procuram.
Entre seus dons mais raros está a capacidade de sentir a energia espiritual dos nomes. Rafael consegue identificar quando o nome de uma pessoa não vibra em harmonia com sua alma.
O nome, ensina ele, é a expressão da essência da alma no mundo físico. Quando há desalinhamento, a vida perde o ritmo; mas quando o nome se conecta à alma, tudo volta a fluir.
Por isso, Rafael orienta pessoas a encontrar seu nome hebraico de equilíbrio, conforme a antiga tradição judaica, onde a mudança de nome (שינוי השם) representa a mudança de destino. Assim como Avram tornou-se Avraham e Sarai tornou-se Sarah, a nova identidade espiritual abre novos caminhos de bênção e luz.
Sem ter estudado formalmente Cabalá ou Zohar, Rafael possui conhecimento natural sobre gematria e os segredos da alma. Quando questionado sobre como sabe, ele responde com simplicidade: “Eu não sei… as coisas apenas vêm.”
Em seus atendimentos, Rafael não vai falar sobre seu futuro, somente aquilo que ele sentir e ver na hora, ele desperta o presente da alma. Cada encontro é um espelho onde a pessoa vê não o que aparenta ser, mas quem realmente é.
Com humildade, fé e pureza, Rafael continua a missão de sua linhagem sagrada: curar através da palavra, iluminar através da verdade e despertar a vida através do nome.
Além dos atendimentos espirituais, Rafael também orienta homens e mulheres em mentorias voltadas a áreas práticas da vida, como negócios, relacionamentos, decisões importantes, vida financeira e direcionamento profissional.